Diagnóstico de futuras doenças e défices? Conheça a microscopia de Campo escuro!

Diagnóstico de futuras doenças e défices? Conheça a microscopia de Campo escuro!

A microscopia de campo escuro permite determinar a tendência de doenças e défices. É um excelente complemento de diagnóstico e consiste na avaliação qualitativa de uma amostra de sangue vivo relativamente à morfologia das células sanguíneas e outros elementos existentes no sangue.

 

Como funciona a avaliação do sangue por microscopia de campo escuro?

O campo escuro funciona com base na observação do objeto a partir de luz dispersa, sem luz direta no condensador do microscópio, produzindo-se um objeto brilhante contra um fundo preto. O olho humano é sensível apenas ao brilho e cor, por isso o campo escuro constitui uma mais valia por emitir uma imagem contra um campo que intensifica o contraste.

 

Porque é que a Microscopia de campo escuro ajuda no diagnóstico de futuras doenças?

A avaliação sanguínea por microscopia de campo escuro é uma poderosa ferramenta para diagnosticar a tendência para futuras doenças.

É uma metodologia bem aceite e muito bem fundamentada. Com o estudo da morfologia das células sanguíneas em sangue vivo, de outros elementos do sangue e também da fisiologia do sangue vivo, consegue-se entender o início, a causa e progressão de doenças.

A MCESV (Microscopia de Campo Escuro) é uma examinação do sangue vivo através do microscópio que permite observar os desvios da morfologia “normal” das células sanguíneas, relativamente ao seu tamanho, tipo, forma, cor e atividade, correlacionando-os com desequilíbrios bioquímicos, doenças e estados de saúde.

As alterações na qualidade do sangue permitem identificar toxicidade, químicos, microrganismos e funções fisiológicas.

Informe-se e beneficie das mais valias da Microscopia de campo escuro

 

Como surgiu a Microscopia de campo escuro?

O microscópio de sangue vivo em campo escuro (MCESV) é uma técnica que tem sido usada e desenvolvida por vários pesquisadores ao longo dos anos, como Robert Bradford e Henry Allen, Hemaview, Dr. Michael Coyle.

Vários outros cientistas, como Antoine Béchamp, Gaston Naessens, Günther Enderlein, Royal Raymond Rife e Emanuel Ravici, chegaram a conclusões muito diferentes sobre a causa da doença, contrariando a teoria de Pasteur que defende o monomorfismo, ou seja, que os microrganismos são imutáveis e o terreno envolvente não interessa na sua origem. Para Pasteur, os microrganismos não alteram a sua morfologia, pressupondo um meio definido (infeção). Contrariamente, na teoria do Pleomorfismo, os microrganismos alteram a sua morfologia para se adaptarem ao meio (simbiose).

Béchamp foi  o  primeiro  a  publicar  dados  sobre  a microscopia  de  campo  escuro com  sangue  vivo  no  seu livro “O Terceiro Composto do Sangue”. Segundo Béchamp, a célula não é a unidade mais pequena e básica de vida, mas sim as pequenas partículas coloidais a que chamou microzimas, que vivem dentro das nossas células e que sob determinadas condições (terreno) podem evoluir para vírus, bactérias e organismos superiores (leveduras e fungos).

O Prof. Gunther Enderlein foi sem dúvida o grande impulsionador desta técnica. Este microbiologista dedicou 65 anos da sua vida na investigação do ciclo de vida dos microrganismos, com base no estudo e observação do sangue vivo com ajuda do Microscópio de Campo Escuro “Darkfield”. Esteve por trás da descoberta do ciclo de vida dos micróbios dentro do nosso organismo (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, tecidos, sangue e linfa) e da compreensão do seu relacionamento com o aparecimento, desenvolvimento e causa de numerosas doenças crónicas degenerativas.   

 

O que permitiu a técnica de avaliação por microscopia de campo escuro a sangue vivo? 

O desenvolvimento desta técnica permitiu que Enderlein descobrisse que todas as células vivas contêm um tipo de microrganismos a que chamou de Endobionte.

Segundo Enderlein, a doença é o desenvolvimento ascendente do endobionte para  formas parasitárias que envenenam o metabolismo  do  seu hospedeiro. As suas variações na sua quantidade em células sanguíneas, noutros componentes do sangue, incluindo  micróbios, e  na sua  morfologia, refletem alterações de um estado normal de saúde,  fornecendo indicações sobre que fatores podem estar implicados na origem de problemas de saúde dos pacientes.

 

Dados científicos que Enderlein nos deixou:

  1. A célula não é a mais pequena forma de vida, mas sim o Protite (fase mais primitiva dos Microrganismos);
  2. A capacidade pleomórfica dos microrganismos;
  3. O sangue não é estéril mas parasitado por outras formas de vida;
  4. Os microrganismos apatogénicos podem transformar-se em patogénicos quando são forçados a evoluir dentro do seu ciclo biológico, devido a alterações (pH) no ambiente onde vivem (terreno);
  5. Os microrganismos simples evoluem dentro do seu ciclo biológico para formas mais complexas, como é o caso de bactérias e fungos;
  6. A doença no Homem significa perda de simbiose ou distúrbios simbióticos em relação à flora microbiana que habita nas suas células;
  7. Os microorganismos patogénicos podem reverter a sua evolução patogénica, invertendo o seu ciclo biológico e retornando às suas fases primitivas apatogénicas.

O Endobionte foi designado por Enderlein como um “monstro de várias cabeças”. O seu desenvolvimento patológico pode seguir diversos caminhos, designados por eixos patológicos, originando e criando quadros clínicos múltiplos associados a diferentes doenças: tumores, doenças cardiovasculares, autoimunes, diabetes, doenças crónicas das vias respiratórias e tracto gastrointestinal.

 

O tempo tem vindo a dar razão a Enderlein:

  • As drogas “maravilhosas”, nomeadamente os antibióticos e Estatinas, têm vindo a revelar a sua fraca eficácia terapêutica e efeitos indesejados;
  • A tuberculose está de volta;
  • Os microrganismos têm vindo a evoluir e a ganhar resistência aos antibióticos;
  • Os antibióticos têm efeitos tóxicos sobre o fígado e intestinos;
  • As defesas dos seres humanos estão cada vez mais debilitadas;
  • Há novas doenças infeciosas (Sida, Ébola);
  • Continua a não existir uma causa para doenças crónicas degenerativas como cancro e autoimunes.

 

O que mudou nos últimos 50 anos?

A medicina mudou muito nos últimos 50 anos, o que justifica também uma mudança na abordagem aos tratamentos:

  • Atualmente a capacidade de “Regulação” orgânica diminuiu;
  • Atualmente, os pacientes têm as funções intestinal e imunitária diminuídas;
  • A capacidade de reconstrução celular decresceu significativamente.

 

Esta mudança justifica também uma alteração na abordagem aos tratamentos. Uma terapia eficaz tem de obrigatoriamente incluir várias fases de tratamento:

  • Desintoxicação e restauração da regulação orgânica;
  • Normalização da função intestinal e imunitária;
  • Regeneração e reconstrução celular e tecidular.

 

Assim, como a abordagem deve ser totalmente diferente relativamente às Doenças crónicas:

  • As doenças são cada vez mais crónicas;
  • As doenças são cada vez mais causadas por toxicidade e por efeitos secundários dos diversos medicamentos prescritos (Antibióticos, Estatinas, etc.), o que destrói a flora intestinal;
  • As doenças são cada vez mais de origem viral ou por deficiências nutricionais;
  • Há um aumento na incidência de doenças oncológicas e neurológicas.

 

As Clínicas Viver dispõem de técnicos acreditados e devidamente formados para executar a avaliação do seu sangue por microscopia de campo escuro. Entre em contacto connosco para mais informações.

Marque já a sua consulta!

 

 

Agradecimento à 2MFarma e Biotop.

  • Creighton, E.T. (1978) U.S. Dept Health and Human Services, Venereal Disease
  • Offenbacher, S et al (1988) J Clin Periodontol 15, 53.
  • Spivak (1982) Arch Intern Med 142, 2111